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Vereador pede que seja feito zoneamento de Feira de Santana

Publicada em 05/04/2017 ás 17:23:24

Feira de Santana

 O vereador Cadmiel Pereira (PSC), em seu discurso na manhã desta quarta-feira (05), na Câmara Municipal de Feira de Santana, falou sobre o fato de que o Município de Feira de Santana precisa urgentemente de um estudo de planejamento e ser divida em quadrantes.


Para isso, o vereador está pedindo, através de uma indicação à Secretaria de Planejamento, que seja feito o zoneamento da cidade para que se tenham limitações em regiões geográficas e melhor fazer um planejamento de atividades e atendimento de políticas públicas.


“Quando chegamos em cidades maiores, principalmente capitais, temos um zoneamento das mesmas em norte, sul, oeste e outros. O mesmo não existe aqui. Com esse zoneamento e as informações que ele traria, seria mais fácil realizar o planejamento da cidade”, explicou.


O planejamento seria, de acordo com o vereador, para saber as informações de cada região, ter noção de quais são as suas necessidades e tornar a organização mais fácil. “Existem territórios que, com o programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, sofreram um aumento populacional grande que não era esperado. Isso aconteceu com bairros como a Mangabeira, Santo Antônio e Aviário. Onde antes se tinha 15 mil habitantes, só em nove prédios do Programa, se tem 21 mil a mais”, exemplificou.


Segundo Cadmiel, o objetivo é ainda mensurar o quantitativo de transporte público, unidades de saúde, escolas e creches que cada região necessita. “Precisamos que Feira entenda que a região norte é a que vai para o bairro da Cidade Nova. A região Sul é a que vai para o Tomba. Logo, aprendemos na escola que tudo que está ao norte e oeste é região nordeste, então a Mangabeira e o Santo Antônio fazem parte da região Nordeste. Tudo salutar e simples. Por que não fazemos um decreto e buscamos o entendimento sobre quais bairros compõem quais regiões?”, questionou.


Tudo isso, ainda conforme o edil, para que se entenda e planeje o atendimento à população em qualidade, eficiência, eficácia e em projetos que venham melhor assistir à população, haja vista que o número populacional irá mexer nos dados de povoamento e densidade. “Existem bairros que são muito grandes, mas pouco povoados. Tem bairro que é pequeno, mas densamente povoado. Isso traria um melhor equilíbrio na distribuição de vacinas, de atendimento de CRAS, de atendimento em número de creches”, observou.
 

Autor/ Créditos: Jorge Magalhães