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Cadmiel repercute ação do Procon em agência do Banco do Brasil

Publicada em 16/05/2017 ás 18:44:42

Ação do Procon

A fiscalização da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor de Feira de Santana (Procon) numa agência do Banco do Brasil, localizada na rua Conselheiro Franco, que culminou com a interdição do estabelecimento, em virtude do descumprimento de leis municipais que especificam uma boa prestação de serviço, foi alvo de elogios por parte do vereador Cadmiel Pereira (PSC), na sessão legislativa desta terça-feira (16).


“Eu quero parabenizar o Procon, que é um órgão de defesa do consumidor, pela atitude que é de natureza do exercício de existência do Procon, que foi ali fechar aquela agência do Banco do Brasil, que não respeita a lei dos 15 minutos. Quem adentra no banco não vai ali de férias, quem adentra no banco não vai ali aleatoriamente e, ao entrar, já está pagando taxas. Todos os serviços bancários são taxados e são muito caros. Todos os bancos, independentemente da nomenclatura, têm que, realmente, dar um bom atendimento ao cidadão”, declarou.


Cadmiel disse que é justamente isso que a população espera da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor. “Procon bom é Procon na rua, fazendo valer a fiscalização, porque Feira de Santana sofre hoje com a majoração nos preços de combustíveis, estacionamento, planos de saúde, entre outros”.


O edil acrescentou: “o Procon deve estar fiscalizando cada canto, cada área comercial, cada letreiro fajuto e mentiroso, cada forma de parcelamento que traz aquele número pequeniníssimo, que não dá para que ninguém veja, entenda ou faça uma leitura de qual é o preço que está na vitrine, e também se aquela campanha que está na vitrine é o preço que está sendo cobrado na venda. Tem que verificar ainda se está sendo respeitada a nova lei que fala que o desconto em dinheiro tem que ser um valor e no cartão outro”, disse Cadmiel, cobrando que as fiscalizações do referido órgão sejam intensificadas nos mais variados tipos de estabelecimentos.
 

Autor/ Créditos: Jorge Magalhães

 

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