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Indígenas da etnia Kariri-Xokó realizam apresentação cultural na Prefeitura de Feira

Durante o encontro, o grupo demonstrou cantos e danças típicas, além de expor o artesanato produzido pela comunidade

Redação
Por: Redação
13/04/2026 às 15h41
Indígenas da etnia Kariri-Xokó realizam apresentação cultural na Prefeitura de Feira
Foto: ACM

Na manhã desta segunda-feira (13), o prefeito José Ronaldo de Carvalho recebeu, no Paço Municipal Maria Quitéria, a visita de representantes do grupo Arunan Parrancó, integrantes da etnia Kariri-Xokó. Originários do estado de Alagoas, os indígenas realizaram uma apresentação cultural e compartilharam aspectos de suas tradições com o gestor municipal.

Durante o encontro, o grupo demonstrou cantos e danças típicas, além de expor o artesanato produzido pela comunidade. Na oportunidade, o prefeito interagiu com os visitantes e aprendeu expressões no dialeto nativo, como a palavra “ynatekié”, que significa "obrigado".

A recepção foi acompanhada pelo presidente do Conselho das Comunidades Negras, Indígenas e Quilombolas de Feira de Santana, Aristides Maltez. Segundo ele, o trabalho do Conselho é fundamental para garantir o acolhimento desses grupos, que visitam a cidade periodicamente há mais de seis anos.

"A importância do Conselho é justamente fazer o acolhimento dessa etnia. Eles migram para cidades como Feira de Santana para realizar apresentações culturais e religiosas, mostrando sua identidade e viabilizando o sustento de suas famílias através da comercialização de artefatos", explicou Maltez.

Fomento à Cultura e Sobrevivência

Devido às limitações de caça e pesca em seus territórios de origem, os Kariri-Xokó percorrem diversos municípios para angariar recursos. Em Feira de Santana, o grupo conta com o apoio da administração municipal para a realização de atividades em espaços públicos e escolas.

O apoio da Prefeitura Municipal de Feira de Santana reforça o compromisso da gestão com a diversidade cultural e o suporte às comunidades tradicionais. Os fundos arrecadados com a venda do artesanato e as contribuições voluntárias nas apresentações são destinados ao sustento de aproximadamente 600 famílias que vivem na aldeia em Alagoas.

Foto: ACM

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