Política Mãos que Ajudam
Projeto Mãos que Ajudam oferece mamografias gratuitas até 1º de agosto
Titular da Saúde de Feira conheceu a ação voluntária da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na manhã desta segunda
27/07/2026 11h18
Por: Redação

Mulheres terão acesso gratuito a exames de mamografia entre esta segunda-feira (27) e o dia 1º de agosto, por meio do projeto Mãos que Ajudam, iniciativa voluntária da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em parceria com o Instituto Américas Amigas – Juntas Contra o Câncer de Mama e outros serviços de saúde. A carreta de exames está localizada em frente a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na rua Germiniano Costa. 

A ação foi visitada pelo secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, na manhã desta segunda-feira (27). Também acompanhou o presidente da Câmara, vereador Marcos Lima. 

Durante a visita, o gestor da Saúde conheceu a estrutura e o funcionamento do projeto e destacou a importância da iniciativa para ampliar o acesso das mulheres à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama.

A previsão é de que sejam realizadas até 80 mamografias por dia, nos períodos da manhã e da tarde, a partir das 7h30. O cadastro pode ser feito pelo site ou diretamente no local de atendimento. Não é necessário apresentar solicitação médica para realizar o exame, que é totalmente gratuito.

Além da mamografia, as mulheres que apresentarem alguma alteração no resultado poderão realizar outros procedimentos de investigação, como ultrassonografia e biópsia, na própria carreta disponibilizada para a ação. A iniciativa busca facilitar o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama e ampliar as possibilidades de acompanhamento das pacientes.

Durante a visita, o secretário Rodrigo Matos parabenizou os voluntários e parceiros pela iniciativa e ressaltou a importância da participação da sociedade civil em ações que contribuem para a promoção da saúde das mulheres.

“Esse é um exame para diagnóstico precoce do câncer de mama. Se você diagnostica ele mais cedo, mais chance de cura. Se você diagnostica mais tarde, mais caro é o tratamento e menos chance de cura. Então, o que a gente quer é detecção precoce”, afirmou.

Para o secretário, a participação da sociedade civil organizada é fundamental para fortalecer ações voltadas à saúde da população. “A sociedade civil organizada pode e deve ajudar. Porque isso não está ajudando a um governo, você está ajudando a comunidade e você é partícipe de uma comunidade. Essa é uma cultura que a gente tem que divulgar mais”, destacou.

Fotos: Renata Leite