Com foco no cuidado integral e na qualidade de vida, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou, neste sábado (29), uma ação especial para pessoas que convivem com fibromialgia. A iniciativa, realizada na Unidade de Saúde da Família (USF) Rua Nova II, III e Barroquinha, reuniu uma equipe multiprofissional para ampliar o acesso a atendimentos especializados, orientações e acolhimento.
Durante a ação foram disponibilizados atendimentos em reumatologia e clínica médica, além de serviços nas áreas de nutrição, psicologia, educação física e assistência social. A proposta foi ampliar o cuidado para além do tratamento da dor, considerando também aspectos relacionados à autonomia, à rotina e à qualidade de vida.
O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, acompanhou a atividade e destacou a importância de uma assistência humanizada e integral para as pessoas com fibromialgia.
“Como médico e gestor, acredito em uma saúde que escuta, acolhe e não reduz ninguém a um diagnóstico. É esse cuidado humano, integral e presente que estamos fortalecendo em Feira de Santana”, afirmou.
Para Miriam de Jesus, que convive com a fibromialgia, a realização de ações específicas representa uma oportunidade de ampliar o acesso à informação, ao acompanhamento profissional e, principalmente, ao acolhimento.
“É muito importante realizar esses eventos para quem convive com a fibromialgia, porque muitas vezes não temos essa abertura na área da saúde para reconhecer e compreender o nosso problema. Ter uma equipe como essa, com médicos, nutricionista, psicólogo e outros profissionais para nos orientar e nos escutar faz muito bem, porque a gente se sente acolhida e abraçada por uma luta que já enfrentamos há muitos anos”, relatou.
Miriam também destacou a importância das orientações recebidas durante a ação para a adoção de cuidados que podem contribuir para uma melhor qualidade de vida.
A programação também ofertou a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia. O documento contribui para ampliar a visibilidade da condição, fortalecer o reconhecimento das pessoas que convivem com a doença e facilitar o acesso a direitos.